terça-feira, 2 de outubro de 2007

XVIII Congresso Nacional - A Verdade sobre a eleição do Conselho Nacional das Guardas Municipais

O XVIII Congresso Nacional das Guardas Municipais, que ocorreu nos dias 20, 21 e 22 de setembro, na cidade de Macaé, Rio de Janeiro, simultaneamente com duas Feiras, iniciou com a abertura de algumas autoridades, dentre elas a presença de um deputado estadual que não agradou os ouvintes com sua fala em relação as Guardas Municipais e o prefeito da cidade de Macaé além do representante da Senasp que também representou o Senhor Ministro da Justiça Tarso Genro que não compareceu ao evento. O palestrante da Senasp proferiu sobre o projeto da Pronasci, que também não agradou aos congressistas, quando falou que as Guardas Municipais não necessitam de mudança na legislação para continuarem trabalhando na prevenção da criminalidade em seus municípios, além de o tempo todo discorrer sobre policias estaduais e no momento do debate as perguntas foram cerceadas pelo presidente da mesa que representava o Conselho Nacional das Guardas Municipais naquele momento.

No segundo dia as palestras não tinham público merecido por causa das feiras e workshops que ocorriam simultaneamente e ao final do dia alguns comandantes iam se reunir para tratar do assunto mais importante do congresso que trata das eleições do próximo presidente do Conselho e a da próxima cidade a sediar o evento, o que acabou não acontecendo devido às regras não serem respeitadas e a reunião foi adiado para o dia posterior.
 
No dia seguinte alguns Guardas Municipais indignados com a atual diretoria do Conselho que é representada por pessoas que estão voltadas para outros interesses e por estarem a muito tempo a frente da “entidade”, montaram uma chapa para concorrer à eleição e ultrapassando vários obstáculos impostos pelos representantes do Conselho, da situação, conseguiram de maneira brilhante apresentar a chapa completa que recebeu o nome de “Descentralização”, pois foi encabeçada por Jaboatão dos Guararapes/Pernambuco seguida por Ouro Preto/Minas Gerais(ambos da reserva do exercito brasileiro e não PMs) e Ilhéus/Bahia, com o apoio de Rio Grande do Sul (que no dia seguinte, na calada da noite voltou atrás e apoiou a situação), contrariando assim o interesse de tirar o Conselho das mão de São Paulo que há muito tempo nada tem apresentado de concreto a nação azul marinho e comercializando totalmente o que seria o momento importante para debater o futuro das Guardas Municipais.

No ultimo dia chegou o momento de votar e a situação colocou vários homens na porta para impedir a entrada de pessoas que não poderiam estar autorizadas a entrar no recinto, uma vez que só poderiam votar subcomandantes, comandantes, secretários, diretores ou representantes por procurações e que teriam que se inscreverem até as 15 horas, sem sequer terem sidos comunicados, devido a este fato ficaram de fora o Comandante de Ilhéus/Bahia e Sertãozinho/São Paulo, porém alguns quebraram as regras impostas por eles mesmos, por exemplo, Santos/SP, que estava fora da chapa e acabou se incluindo por que não cobre os requisitos, pertencente à situação, Dourados/Mato Grosso do Sul (na condição de sindicato) que votou a favor da situação, e Rio de Janeiro/RJ sem a devida procuração, votou na situação e fez parte da chapa, Cajamar, São Paulo teve dois votos e fez parte da chapa, além de outros, sem contar que a mesa que não poderia votar, votou a favor da situação e o pior aconteceu no final, de maneira difícil de entender a situação até o momento da votação não havia ainda fechado sua própria chapa. Com todo o ocorrido ganhou a chapa da situação com 27 votos e a chapa da Descentralização com 16 votos.

Foi eleito para presidir o Conselho Nacional das Guardas Municipais, o Comandante da Guarda Municipal de Osasco, Gilson Pereira de Meneses.

Fonte: guardasmunicipais.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário